quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Importancias: seu País, sua pátria e etc.

Isto se afigura como mais relevante, e possivelmente dá uma localização no espaço e na história. Remontemos tal configuração. Em busca dos fundamentos dela, de seus alicerces.
Conforme já foi dito anteriormente, temos uma indicação de que algo ocorre por definitivo, vem do que acredita-se ser comum a todas pessoas. Uma paternidade. Seja por pertencer a ela e dela ter dela um indicativo do que é agora, seja pelos relacionamentos que transcendentalmente dão um status metafísico que chamamos meramente de importancia.
Remonta-se a uma genealogia pela continuidade de nomes que não é de todo contínua. A simples utilização dos nomes não segue nenhuma ordem rigorosamente identitária, E nem é um jogo sem importancia. Ao contrário, ainda deixa transparecer um interesse repentino pelas gerações, pelo surgir das coisas ao ganhar
um nome.
Logo, toda essa invenção do nome comum precisa de uma investigação a ele direcionada. E como ela se relaciona com toda forma descontínua do que permanece(o mesmo?)
Continuemos isso num outro post.

AFTT

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ainda sobre os pais, ou sobre os avôs?

Precisamos mostrar a importância da paternidade dentro do quadro de expressão de uma mentalidade primitiva. Superada tal expressão, chegamos ao mais abstrato, a construção dos avôs.

Seria interessante fazer uma rápida consideração acerca do descaso por uma visão mais abstrata. Aqueles que são relegados ao esquecimento ou banalização, são insuspeitadamente os mais originais.

A pergunta "quem são os avôs", sem esta investigação mais cuidadosa, não tem relevancia aqui, a não ser como um atalho para algo mais abstrato. Não existem atalhos. No entanto, num modo mais avançado, a intuição desses processos podem abrir uma "exceção" nisso. Numa possibilidade de construir algo.


Não percam nas próximas postagens maiores detalhamentos sobre os avôs.
AFTT

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Subterfúgio original - breve introdução

Procurando pela paternidade da filosofia? Ora, ela é antes de tudo uma necessidade.
Não haveria filosofia sem ela, quer dizer, e os avôs, onde ficam?

É Exatamente isso que você está pensando. Os pais são um subterfúgio. Uma desculpa(quero dizer, discurso) inaugural. Logo, os avôs inventaram tudo isso.

Para quê? Ora, para manter o subterfúgio original . A possibilidade de uma suposição e de uma resposta rápida. Uma lógica a ser exigida em todos os cantos.

Quem é o pai desta criança? O que há de original nisso? É mera adequação, em resposta a essa
pergunta, a um é ou não. Agora, quem é o avô desta criança? Pouco importa, dirão. Foi o pai que gerou tal ser e etc. Percebam, é , mais do que a paternidade, apenas um jogo que a coloca como resposta possível.

E esta resposta foi primeiramente mentalizada pelos avôs, que colocaram, na impossibilidade de dizer algo que valha por ela, um comichão de importancia nisto apenas por responder pelo mais proximamente válido.