Precisamos mostrar a importância da paternidade dentro do quadro de expressão de uma mentalidade primitiva. Superada tal expressão, chegamos ao mais abstrato, a construção dos avôs.
Seria interessante fazer uma rápida consideração acerca do descaso por uma visão mais abstrata. Aqueles que são relegados ao esquecimento ou banalização, são insuspeitadamente os mais originais.
A pergunta "quem são os avôs", sem esta investigação mais cuidadosa, não tem relevancia aqui, a não ser como um atalho para algo mais abstrato. Não existem atalhos. No entanto, num modo mais avançado, a intuição desses processos podem abrir uma "exceção" nisso. Numa possibilidade de construir algo.
Não percam nas próximas postagens maiores detalhamentos sobre os avôs.
AFTT
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Subterfúgio original - breve introdução
Procurando pela paternidade da filosofia? Ora, ela é antes de tudo uma necessidade.
Não haveria filosofia sem ela, quer dizer, e os avôs, onde ficam?
É Exatamente isso que você está pensando. Os pais são um subterfúgio. Uma desculpa(quero dizer, discurso) inaugural. Logo, os avôs inventaram tudo isso.
Para quê? Ora, para manter o subterfúgio original . A possibilidade de uma suposição e de uma resposta rápida. Uma lógica a ser exigida em todos os cantos.
Quem é o pai desta criança? O que há de original nisso? É mera adequação, em resposta a essa
pergunta, a um é ou não. Agora, quem é o avô desta criança? Pouco importa, dirão. Foi o pai que gerou tal ser e etc. Percebam, é , mais do que a paternidade, apenas um jogo que a coloca como resposta possível.
E esta resposta foi primeiramente mentalizada pelos avôs, que colocaram, na impossibilidade de dizer algo que valha por ela, um comichão de importancia nisto apenas por responder pelo mais proximamente válido.
Não haveria filosofia sem ela, quer dizer, e os avôs, onde ficam?
É Exatamente isso que você está pensando. Os pais são um subterfúgio. Uma desculpa(quero dizer, discurso) inaugural. Logo, os avôs inventaram tudo isso.
Para quê? Ora, para manter o subterfúgio original . A possibilidade de uma suposição e de uma resposta rápida. Uma lógica a ser exigida em todos os cantos.
Quem é o pai desta criança? O que há de original nisso? É mera adequação, em resposta a essa
pergunta, a um é ou não. Agora, quem é o avô desta criança? Pouco importa, dirão. Foi o pai que gerou tal ser e etc. Percebam, é , mais do que a paternidade, apenas um jogo que a coloca como resposta possível.
E esta resposta foi primeiramente mentalizada pelos avôs, que colocaram, na impossibilidade de dizer algo que valha por ela, um comichão de importancia nisto apenas por responder pelo mais proximamente válido.
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